quarta-feira, 20 de novembro de 2024

Plano para assassinar Presidente Lula revela sensação de impunidade da extrema direita

 

A revelação de um plano para assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do STF Alexandre de Moraes mais uma vez revela a existência de uma tentativa de golpe em curso no Brasil. As informações divulgadas pela Polícia Federal e tornadas públicas lançaram luz sobre a gravidade da situação e o envolvimento de figuras militares de alta patente e de outros agentes estatais.

Desde as eleições presidenciais de 2022, quando Jair Bolsonaro foi derrotado por Lula, a extrema direita vem tentando de várias formas, desde mobilizações de sua base, até uso do terrorismo aos moldes da ala golpista dos militares.

É claro que a conivência das elites, do poder judiciário e a paralisia do governo de coalizão com setores da direita, deixa os golpistas a vontade para planejar, financiar e executar com a certeza da impunidade, principalmente os militares.

Pela primeira vez na história do Brasil militares foram presos por tentarem realizar um golpe, mas esses são apenas a ponta do iceberg, esperamos que os verdadeiros mandantes e financiadores sejam julgados e condenados.

Até agora Lula permanece em silêncio, esperando que as instituições burguesas resolvam a crise, sem mobilizar as bases da esquerda para vir em defesa do seu governo.

 A burguesia enfrenta mais uma vez uma crise do capitalismo, e não consegue mais manter seus lucros nos moldes da democracia burguesa, por isso lança seus cães da extrema direita para derrubar qualquer avanço de humanidade, mesmo que seja no capitalismo.

Os trabalhadores precisam se mobilizar, organizar seus instrumentos de luta, para defender seus direitos e avançar para novas conquistas, se for preciso passar por cima das direções sindicais e partidárias pelegas, que insistem em vender as vidas dos trabalhadores em detrimentos de seus privilégios.

terça-feira, 15 de setembro de 2020

A nova nota de 200 Reais, a inflação e a Carestia!

 

Quando o valor do dólar aumenta, significa que a nossa moeda está potencialmente desvalorizada e que, por conta disso, os produtos para exportação ficam muito mais baratos!
Consequentemente, os outros países, que querem aproveitar o preço baixo, aumentam bastante as compras dos nossos produtos.
Se mais produtos são comprados pelo exterior, acaba sobrando pouco para o consumo interno, o que gera alta nos valores desses produtos.
Por isso que a carne está caríssima e os outros itens da cesta básica também estão!
Os países estão comprando quantidades absurdas e estão deixando a gente com pouco!
Outro fator que comprova essa desvalorização da moeda é a criação de notas de maior valor.
Sempre que isso acontece, significa que a nossa moeda está tão desvalorizada que vai ser necessária uma circulação de valores muito mais altos para fazer suas compras.
Daí, para facilitar as transações, você tem a "comodidade" de poder usar poucas notas.
Quando o quilo da carne está saindo por R$ 50, por exemplo, é mais fácil pagar dois quilos com uma nota de R$ 200 do que com dez notas de R$ 10. O que significa que R$ 10 já pode ser considerado pouquíssimo dinheiro e que R$ 200 não compra tanta coisa assim!
Perceba que há dez anos, você comprava muito mais coisas com R$ 50 do que hoje.
Aquela era uma época de alta valorização da nossa moeda e que nós mesmos tínhamos condições de comprar os nossos produtos, o que gerava fartura.
Os mais antigos devem se lembrar dos Cruzeiros. Nesta época, que nossa moeda era completamente desvalorizada, tinha nota de 1000 cruzeiros, e alimentos simples chegavam a custar 800 cruzeiros.
A desvalorização da moeda quebra a economia! É por isso que o PIB está baixo, os preços estão caros, as notas altas estão surgindo (ou voltando) e a inflação está descontrolada.
Ao contrário do que tem sido usado como argumento para justificar, a Pandemia não tem nada a ver com isso!
Afinal, ninguém parou de comer durante a quarentena (grande parte das pessoas até passou a comer bem mais!).
A Pandemia também afetou o mundo todo! E se a maior parte está importando nossos produtos, quer dizer que a economia por lá está controlada.

Agora eu te faço duas perguntas:
1) O salário mínimo vai aumentar o suficiente para conseguirmos comprar os alimentos essenciais? Nãaaaaooo!!
2) A quantidade de pessoas que passa fome vai aumentar por conta disso? Siiiimmm!!
E quem paga a conta?
Isso mesmo, o povo!


terça-feira, 18 de agosto de 2020

Todo Apoio à Greve d@s Trabalhador@s dos Correios!

 

Os sindicatos dos trabalhadores dos Correios decidiram nesta segunda-feira (17) decretar greve por tempo indeterminado já que não houve acordo na proposta de reajuste salarial em curso. 
A avaliação dos funcionários é que a greve precisa acontecer para que os direitos dos trabalhadores sejam mantidos. Eles também se colocam contra a privatização da estatal.
Segundo a FENTECT, o presidente dos Correios, general Floriano Peixoto, escalou pelo menos dez militares em cargos estratégicos da direção dos Correios e suas subsidiárias ganhando salários de R$ 30 a R$ 46 mil, que é o salário do presidente. Enquanto isso, o trabalhador de carreira de nossa empresa ganha o salário de R$ 1,7 mil por mês.

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Crise e morte somente para os trabalhadores


Apenas 3,6% do total dos R$ 40 bilhões prometidos pelo governo chegou às micro e pequenas empresas equivalente a R$ 1,44 bi  (dados de maio).Quem realmente gera emprego está fadado a falência!
As grandes empresas, na sua maioria pertencentes às multinacionais estrangeiras, contrataram R$ 179,4 bilhões em novas operações de crédito nos bancos do país. 
Mesmo assim continuam a demitir, reduzir salários e colocam os trabalhadores em situações de risco de vida.
Já os bancos receberam até agora R$ 1,2 trilhão de ajuda.
Enquanto isso, o Governo Bolsonaro divulga que não tem dinheiro para manter o auxílio emergencial de 600 reais aos trablhadores!

terça-feira, 12 de maio de 2020

Plenária Virtual Dos Trabalhadores Da Companhia Águas De Joinville

No di
a 4 de maio, aconteceu a Plenária Virtual do Sintraej com os Trabalhadores da base da Companhia Águas de Joinville, entre participantes diretos e indiretos da Empresa.

Neste dia os trabalhadores afirmaram a necessidade da continuidade do trabalho home office. Também foi sugerido, que as atividades atingidas pelo trabalho presencial, sejam alternadas, em uma semana em casa e outra na empresa.

Os trabalhadores concordaram também e afirmaram a necessidade de aplicação das 6 horas de trabalho sem redução de salários e benefícios. A empresa tem ganhos diversos, em especial, em dois turnos terá 4 horas a mais por dia de trabalho e atendimentos. Terá diminuição do uso de veículos e da estrutura da empresa pois não terá horários de refeições de 1 hora e meia como praticado.

Também foi denunciado que em caso de morte ou complicações da Covid-19, o seguro contratado pela empresa não cobre com os custos, ficando os custos para a Empresa. Diminuindo as horas de exposição, diminuirá o nexo casal com o trabalho (doença relacionada ao trabalho).

O momento de uma pandemia pelo Corona Vírus que estamos vivendo, poderemos ver um desenvolvimento de um movimento político capaz de paralisar todos os setores da economia e exigir as medidas necessárias para defender a vida, os salários, os direitos e as conquistas

A paralisia das centrais sindicais combinada com a capitulação de suas direções com a burguesia, bloqueiam o desenvolvimento de um movimento político capaz de organizar os trabalhadores para lutar por suas conquistas.

Os trabalhadores e trabalhadoras da Companhia Águas de Joinville precisam de unidade e organização para cobrar a negociação coletiva e se preparar para o enfrentamento pois do governo federal ao municipal já estão falando em não dar reajustes.

sábado, 9 de maio de 2020

A Incrível Carta De Um Ex-Escravo Americano Para Seu Ex-Escravizador


 Em agosto de 1865, um certo Coronel P. H. Anderson, de Big Spring, Tennessee, escreveu a seu ex-escravo, Jourdon Anderson, e requisitou que o mesmo voltasse a trabalhar em sua fazenda. Jourdon – que após ter sido alforriado tinha se mudado para Ohio, encontrado trabalho pago e agora estava sustentando sua família – respondeu espetacularmente através da carta abaixo:
Dayton, Ohio
07 de agosto de 1865
Ao meu antigo senhor, Coronel P. H. Anderson, Big Spring, Tennessee
Senhor: eu recebi sua carta, e fiquei feliz por saber que o senhor não esqueceu Jourdon, e que me quer de volta para viver com você novamente, prometendo me tratar melhor do que qualquer outra pessoa pode. Eu sempre me senti preocupado com você. Achei que os ianques teriam te enforcado há bastante tempo, por esconder os rebeldes que foram encontrados em sua casa. Suponho que eles nunca souberam que você foi à casa do Coronel Martin para matar o soldado da União que foi deixado por sua Companhia no estábulo. Apesar de você ter atirado em mim duas vezes antes de eu te deixar, eu não queria ouvir sobre você ter sido machucado, e estou feliz por saber que você ainda está vivo. Me faria bem voltar para a velha casa novamente, e ver a Senhora Mary e as Senhoritas Martha e Allen, Esther, Green e Lee. Mande o meu amor a todos, e diga a eles que eu espero que nos encontremos num mundo melhor, se não nos encontrarmos nesse. Eu teria voltado para vê-los todos quando estava trabalhando no Hospital de Nashville, mas um dos vizinhos me disse que Henry pretendia atirar em mim se ele algum dia tivesse uma chance.
Eu queria particularmente saber qual é a boa oportunidade que você propõe me dar. Eu estou indo razoavelmente bem aqui. Ganho 25 dólares por mês, mais provisões e roupas; tenho uma casa confortável para Mandy, – o pessoal aqui a chama de Senhora Anderson, – e as crianças – Milly, Jane e Grundy – vão à escola e estão aprendendo bem. O professor diz que Grundy tem vocação para pastor. Eles vão à escola dominical, e Mandy e eu estamos indo à igreja regularmente. Nós somos tratados gentilmente. Algumas vezes, nós ouvimos os outros dizendo, “Essas pessoas de cor eram escravos lá no Tennesse”. As crianças ficam sentidas quando escutam tal coisa; mas eu digo a eles que não foi nenhuma desgraça pertencer ao Coronel Anderson no Tennessee. Muitos crioulos aqui ficariam orgulhosos, como eu era, de chamá-lo mestre. Agora, se você escrever e disser qual salário vai me dar, eu poderei decidir melhor se será vantajoso para mim me mudar de volta.
Sobre a minha liberdade, que você diz que eu posso ter, não há nada a ser ganho nisso, já que eu ganhei meus papéis de alforria em 1864 do General Marechal do Departamento de Nashville. Mandy diz que ela tem medo de voltar sem prova de que você está disposto a nos tratar justa e gentilmente; e nós achamos que devemos testar a sua sinceridade pedindo-lhe que nos envie os nossos salários do tempo em que lhe servimos. Isso nos fará esquecer e perdoar velhas mágoas, e confiar na sua justiça e amizade no futuro. Eu lhe servi fielmente por 32 anos, e Mandy por 20 anos. A 25 dólares por mês para mim, e 2 dólares por semana para Mandy, nossos ganhos somam 11.680 dólares. Some a isso os juros pelo tempo que nossos salários foram retidos, e deduza o que você pagou por nossas roupas, as três visitas que o médico fez a mim, e o dente extraído da Mandy, e o balanço mostrará que é justo para nós recebermos. Por favor, mande o dinheiro pelo Adam Express, aos cuidados de V. Winters, Esq., Dayton, Ohio. Se você falhar em nos pagar pelos nossos serviços leais do passado, nós só poderemos ter pouca fé em suas promessas para o futuro. Nós confiamos que o Criador tenha aberto seus olhos para todo o mal que você e seus pais fizeram a mim e aos meus pais, ao nos tratar como animais de carga por gerações, sem recompensa. Aqui eu recebo o meu salário a cada noite de sábado; mas no Tennessee nunca houve dia de pagamento para os negros, não mais que para os cavalos e as vacas. Certamente haverá um dia de acerto de contas para aqueles que negam ao trabalhador o seu pagamento.
 Ao responder essa carta, por favor diga se haverá alguma segurança para Milly e Jane, que estão crescidas agora, e são ambas belas meninas. Você sabe como foi com a pobre Matilda e Catherine. Eu prefiro ficar aqui e passar fome – e morrer, se preciso – do que ter minhas meninas abusadas pela violência e safadeza de seus jovens mestres. Por favor, indique também se foi aberta alguma escola para pessoas de cor em sua vizinhança. O grande desejo da minha vida agora é dar às minhas crianças uma educação, e vê-las criar hábitos virtuosos.
Diga “olá” ao George Carter, e agradeça a ele por tomar a pistola da sua mão quando você estava atirando em mim.
Do seu antigo servo,
Jourdon Anderson.

quarta-feira, 6 de maio de 2020

TRABALHADORES DO MUNDO UNÍ-VOS!


A Internacional é um hino internacionalista, sendo também uma das canções mais conhecidas de todo o mundo. A letra original da canção foi escrita em 1871 por Eugène Pottier, que havia sido um dos membros da Comuna de Paris. Em 1888, Pierre De Geyter transformou o poema em música.

Ela se popularizou em 1892 na Segunda Internacional e em 3 de novembro de 1910 se converteu no hino de todos trabalhadores. Em 1919 Lenin a oficializa na Terceira Internacional e se converte em Hino Nacional da União Soviética até 1943. 
A Internacional foi traduzida em inúmeros idiomas. A canção é tradicionalmente cantada com o punho fechado ao ar. 

Seu refrão: C'est la lutte finale. / Groupons-nous et demain / L'Internationale / Sera le genre humain
Que, traduzindo livremente, significa, "Esta é a luta final. / Vamos nos juntar e amanhã / A Internacional / Irá envolver toda raça humana" 
A tradução mais usual costuma ser: Bem unidos façamos, / Nesta luta final, / Uma terra sem amos /A Internacional.

Em muitos países europeus, a canção foi considerada ilegal no início do século XX.
Apesar de estar associada aos movimentos socialistas, A Internacional é o símbolo da organização e luta dos trabalhadores em todo o mundo!
Para ver a letra na íntegra clique aqui!